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Assassin’s Creed Chronicles – Índia

20/02/2019

O Assassin’s Creed Chronicles da Índia é o segundo capítulo do conjunto de crônicas produzido pelo estúdio britânico Climax Studios e publicado pela Ubisoft. Resenhei o primeiro, que era da China, vocês podem acessar a resenha clicando aqui. Essa crônica foi lançada em janeiro de 2016. Joguei no Playstation 4.

O jogo manteve a estrutura do primeiro com visual de 2.5D e jogabilidade lateral com gráficos tridimensionais. Bem diferente da China, que viam tendo um padrão de cores escuras como preto e vermelho, a Índia trouxe muito colorido. A cada fase ou cenário era uma explosão de cores na tela da TV.

O protagonista é o assassino Arbaaz Mir, que tem a missão de recuperar um artefato da ordem dos assassinos e matar o Templário o que o roubou, enquanto protege amigos, e sua amada, a princesa. O momento histórico retratado é de 1841 durante a tensão entre o Império Sikh e a Companhia da Índia do Este.

Como no jogo anterior, Arbaaz também tem armas específicas como uma espada Mughal, além de bombas de fumo para distração e uma fisga com projéteis de pedra para ações furtivas. Apesar da imagem ser diferente, e as armas também o jogo segue a mesma estrutura. Você tem que ser sempre o mais invisível possível para conseguir avançar. Se quiser ser um matador vai perceber que a resistência do seu personagem é zero. Se não quiser morrer muito, vai com calma.

Você começa o jogo com uma barra de vida, e ela não aumenta muito durante todo o jogo o que o torna muito difícil. Em comparação ao China, achei esse jogo bem difícil e frustrante, mesmo você seguindo as regras para ser o mais furtivo possível, irá morrer muito. Os guardas são bem espertos, e um só golpe te mata. As provas de tempo e velocidade continuam, só que há bem mais atos dela do que no da China.

Percebi uma outra diferença em relação ao China, ao longo do jogo você ía adquirindo habilidades e novas armas, mas na Índia não é assim, você já começa com muitas armas e habilidades o que me fez sentir mal, porque no geral dá a sensação de que esse jogo foi privilegiado em relação ao primeiro que é o único com uma protagonista mulher.

Ainda não joguei o da Rússia porque esse jogo de tão difícil foi extremamente frustrante, realmente ele deixou muito a desejar em comparação ao primeiro que era divertido e o desafio era congruente com as habilidades do personagem. Por isso quis dar uma pausa e jogar outros jogos, em breve vou colocar as resenhas dos outros jogos que fiquei jogando enquanto me recuperava das chateações desse jogo.

Em relação a história, ela é extremamente previsível e muito clichê. Achei que iria trazer algo novo em relação a ordem dos assassinos como aconteceu no episódio da China, mas não aconteceu. Então se você não se importa de morrer muitas vezes no jogo, pode conseguir curtir. A arte do jogo é maravilhosa, e o padrão dessa série de episódios é bem respeitado.

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