Dramas

Defendant of Love – Tai-drama

27/11/2014

Defendant Of Love

Exibida no período de 1º de janeiro de 2008 a 18 de fevereiro de 2008, este lakorn (como se chama ás novelas Tailandesas) tem por tema, além do romance, vingança. Jam Loey Rak, nome Tailandês para a novela, possui uma história famosa que já foi adaptada várias vezes como série e filme. O livro da adaptação da história tem o mesmo nome.  São 14 episódios que foram exibidos no Canal 03. Essa versão possui um dos casais mais famosos e amados da TV Tailandesa, além de ter um elenco excelente. O que significa que há vários lakorns com os dois como principais.
 
Jam Loey Rak foi o primeiro lakorn que vi. A primeira impressão que temos é de uma mistura de novela mexicana com drama coreano. A censura é muito maior nesse país por isso praticamente não há beijos, mas tem muita insinuação de acontecimentos o que deixa uma porta aberta para a imaginação.

 

So e Harit logo após o sequestro

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Livros

Grace de Mônaco – Cindy De La Hoz

09/11/2014

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Uns preferem Judy Garland, outros Audrey Hepburn, eu prefiro Grace Kelly. E não é porque ela se tornou a princesa de Mônaco, e sim por tudo o que ela realizou e por todos os relatos de pessoas próximas a ela, e sobre quem ela era.
 
 
Neste livro temos uma fotobiografia completa sobre a vida de Grace, desde criança até sua morte. O que mais gostei é que fala de tudo o que ela fez, filmes, séries de TV. Tudo mesmo. O livro está divido por assuntos e o único ponto negativo que vi é que dentro desses assuntos não colocaram os fatos numa ordem cronológica e aí fica um pouco confuso de inicio, até o leitor pegar o jeito da narrativa. As fotos são incríveis e podemos sentir a sinceridade de Grace através das palavras de Cindy, citações de Grace e amigos.
Grace tinha três irmãos e sempre foi a mais tímida e quieta da família. Seu pai fez fortuna no campo da construção e isso não era bem visto pelas pessoas de elite da Filadélfia. O lema de seu pai, Jack Kelly, fez com que Grace realizasse coisas maravilhosas: “Jamais seja uma pessoa que recebe e não dá nada em troca. Tudo deve ser conquistado, com trabalho, persistência e honestidade.”.

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Dramas

Bridal Mask – K-drama

03/11/2014
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Um drama coreano  transmitido pela KBS2 em 2012 foi baseado no mangá Gaksital criado por Ho Hyong Man. Sua transmissão se realizou de 30 de maio de 2012 a 06 de setembro de 2012. Este drama ganhou vários prêmios após sua finalização, entre eles se destacam: Drama do Ano pela República da Coreia do Prêmio Nacional da Assembléia; Melhor Ator para Kim Eung Soo e Jeon No Min, e Melhor Atriz Revelação para Ban Min Jung pela 20º Cultura Coreana e Entertaiment Awards; Melhor Malabarismo pela 1º K-Drama Star Awards e o Prêmio de Popularidade para Joo Won pela KBS Drama Awards.

São basicamente 28 episódios de muita história coreana. O enredo se passa no período em que os reis de Josen (antiga Coréia) foram assassinados pelos japoneses e estes tomaram o controle do país. Impondo cultura, leis e muita submissão ao imperador japonês. Neste contexto de muita opressão, surge um herói popular que luta contra os oficias japoneses para ajudar o povo de seu País. Apesar de suas atitudes nobres o foco dele não seria de realmente ajudar a população e sim de vingança pessoal.

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Livros

Fragmenta-me – Tahereh Mafi

27/10/2014
FRAGMENTAME_1400613932BDepois de ler cuidadosamente esse livro extra da trilogia fico me perguntando sobre a frase desse e-book: “Eu não vou perdê-la”. Pergunto-me porque colocaram uma frase tão equivocada com o que seria escrito dentro do livro na capa? Quando terminar minha explanação sobre este livro, tenho certeza que entenderam minhas considerações.
Adam é nos apresentado de uma forma completamente diferente de Estilhaça-me e de Liberta-me. Lembro a todos que só devem ler este livro depois de lerem os dois primeiros da sequencia. Em Estilhaça-me conhecemos um Adam que sempre pensou em Juliete, que a procurou e que de uma forma muito torta volta pra a vida dela a fim de protegê-la. Em Liberta-me, apesar de Adam sentir muitas dores ao tocar em Juliete ele não aceita se afastar dela. Fica sempre por perto esperando que ela o aceite de volta.

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Especiais Filmes

Homem-Aranha a Trilogia

27/10/2014

hm

Hollywood tem sofrido com a falta de ideias de seus roteiristas, mas como a indústria de entretenimento não pode parar, nos últimos anos, tem apostado em adaptações seja de heróis de quadrinhos ou de livros de sucesso. Seguindo a linha dos heróis quero fazer uma explanação sobre os três primeiros filmes feitos pelo estúdio da Columbia Pictures juntamente com o estúdio Sony Pictures Entertainment.

O primeiro filme tentou seguir mais fielmente alguns detalhes dos quadrinhos como a história da origem e focando num dos principais vilões da história do Homem-Aranha, o Duende Verde. Apesar disso em muitos pontos a atuação de alguns atores e de parte do enredo que fugia da história em quadrinho deixou muito a desejar. Justamente por causa dessas mudanças os outros filmes não puderam ser fieis a HQ e por isso tiveram que ser reconstruídos.
Farei um pequeno paralelo com a HQ, apesar de Mary Jane ser o grande amor da vida de Peter Parker, ele amou várias mulheres antes dela. Começando por Liz Allen colega de escola, passando pela secretária de seu chefe no Clarim Diário Betty Brant, depois teve a Gwen Stacy que era colega de faculdade e por fim chegando a Mary Jane. Como no primeiro filme já colocam Mary Jane no lugar de Liz Allen não há espaço para desenvolverem a história de Gwen com Peter, por isso ela teve apenas uma ponta no terceiro filme.
Peter Parker (Tobey Maguire) é apresentado como um nerd muito introvertido. Quando ganha seus poderes a personalidade se desenvolve melhor, mas a atuação de Tobey não consegue me agradar, para quem já viu os desenhos animados do Homem-Aranha como eu vi, não conseguem entender aquela enorme hesitação em tomar qualquer decisão. No anime ele sempre foi muito decidido e firme. Sempre foi nerd, mas nunca introvertido daquela forma. No terceiro filme, quando sofre a possessão do Venom, com certeza é sua melhor atuação.
Mary Jane (Kristen Dunst) é retratada como uma patricinha da escola, apesar de não ter o dinheiro que precisaria ter para assumir tal papel. O conflito familiar que vive é demonstrado com clareza. Seu cabelo está num ruivo rubro no primeiro filme e nos outros dois um ruivo alaranjado. A modificação para os outros filmes foi totalmente necessária, aquele cabelo não parecia ser dela, não combinou com a atriz e a nova cor trouxe uma leveza totalmente necessária para o papel da Mary Jane. Já que ela deveria se tornar o porto seguro de Peter pela ausência da personagem Gwen. É como se no segundo filme ela fosse uma mistura das duas. Ele foca em sua ascensão no teatro e o terceiro mostra exageradamente a destruição de sua carreia por um único papel mal representado. Sendo que nem foi pela atuação e sim pelo alcance da voz no musical, algo facilmente reparável com um microfone. Sinto muito, mas aquele motivo não convenceu ninguém. Então ela se rebaixou a cantar em bares e por lá ficou.

 

Harry Osborn (James Franco) é o que melhor representou o personagem de acordo com os quadrinhos. Focaram mais na amizade dele com o Peter e não chegaram a citar os problemas com drogas que ele deveria ter se seguisse a HQ, tudo por causa da rejeição de seu pai. James dá um show de atuação principalmente no terceiro filme, justamente o filme menos expressivo da Kirsten.
 
 
Gwen Stacy (Bryce Dallas) interpretou tão bem a personagem que chegou a abafar Mary Jane na trama. Se tivessem dado mais espaço para ela teria roubado completamente a cena da heroína no filme.
 
 
 
 
 
Os dois últimos filmes tentaram desenvolver as pontas deixadas no primeiro filme. O último filme foi um total fracasso em matéria de enredo, se o Harry não estivesse lá para salvar o interesse da história provavelmente não teria feito tanto sucesso. Não precisavam de tantos vilões e pra que mexer na história já bem explicada da morte do tio Ben? O Homem-Areia não tem um final, além de não sabermos o que aconteceu com sua filha doente. Tudo leva a crer que a presença dele no filme foi apenas para justificar a raiva pela qual o Venom age. Verdade seja dita, poderiam ter feito apenas um filme com o vilão Venom, além de haver história suficiente para isso, já que tudo começou numa das histórias dos Vingadores. Lembrando que ele faz parte dos Vingadores apesar de não aparecer nos filmes já realizados por questões de direitos de estúdios.
Qual foi a solução para todo esse problema? Recriar a franquia, claro. Por isso já existem dois novos filmes lançados com novos atores contando a história de uma forma mais completa. Ainda não assisti aos filmes, mas pelo que fiquei sabendo Mary Jane só vai entrar na história no terceiro filme. De acordo com a bilheteria, a resposta do público tem sido bem expressiva.