Uncharted – Among Thieves

Essa é a sequência do “Uncharted – Drak’s Fortune” que já resenhei aqui no blog. A desenvolvedora continua sendo a Naughty Dog e o jogo foi lançado originalmente para o PS3 em outubro de 2009, sendo depois remasterizado para o PS4 em outubro de 2015 na coletânea que continha os três primeiros jogos do Drake. Lembro que essa franquia é exclusiva do Playstation.

O jogo foi imensamente aclamado pela crítica recebendo notas altíssimas, tendo uma pontuação global média de 96%. E ganhando vários prêmios também. Ele traz vários elementos novos, inclusive um multiplayer e um modo cooperativo que foi uma inovação da franquia.

O jogo começa com Drake se levantando após um acidente de trem. Ele está machucado e você precisa leva-lo a um lugar seguro. Durante esse trajeto Drake vai tendo flashbacks sobre o passado e como os acontecimentos o levaram a aquela situação. O interessante é que dentro dessas memórias você vai vivenciando-as novamente controlando o Drake e é quando o tutorial apresenta uma mobilidade diferenciada.

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Hwayugi/Uma Odisséia Coreana – K-drama

Exibição: Dezembro 2017 a Março de 2018

Diretores: Park Hong Kyun; Kim Byung Soo e Kim Jung Hyun

Canal: tvN

Episódios: 20

Sinopse: Quando Sun Mi (Oh Yeon Seo) era criança, foi enganada por Woo Ma Wang (Cha Seung Won) para entrar num lugar escuro de determinada floresta e recuperar um artefato para ele. Ela acabou encontrando Son Oh Gong (Lee Seung Gi), uma divindade que estava presa naquela região. Ela fez um contrato com Son Oh Gong para que ele o protegesse sempre que precisasse, já que ela tinha um dom de ver espíritos maus e às vezes eles a atacavam, em troca de ela o libertar da prisão. Mas ele a enganou, pega o artefato que Ma Wang queria e roubou a memória de Sun Mi referente ao seu nome, assim ele não precisaria nunca quebrar essa promessa. Anos se passaram e eles se reencontram. E o contrato é cobrado.

Sun Mi é uma criança que tem dons não compreendidos pelos outros, exceto por sua avó que sempre a tenta proteger. Seus pais morreram numa grande epidemia e ela nasceu saudável. Sua vila a chamava de amaldiçoada, mas a avó a chamava de abençoada. Quando uma criança nasce nessas condições ela se torna “Sam Jang” uma pessoa abençoada, cheia de poder que pode deter o mal crescente na terra para que haja um novo equilíbrio entre o bem e o mal.

Sua infância não foi fácil, e quando sua avó faleceu teve que se virar sozinha já que sua própria família a chamava de amaldiçoada. Ela cresceu e se tornou uma dona de imobiliária. Usa seus dons de “ver as coisas” para pegar imóveis cheios de espíritos, exorcizá-los, reformar e vender por um alto preço de mercado. Foi assim que ela começou a ganhar muito dinheiro e conseguiu se manter de forma digna e confortável.

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Hal – Umi Ayase

Hal é aquele tipo de mangá fofinho que te chama atenção pela sua beleza e cores. Então você lê a sinopse e fica curioso. Como é um volume único acabei comprando pra ver no que ía dar. Ele foi publicado pela Panini Comics e a Planet Manga no ano de 2017. Antes de comprar eu não sabia que já havia sido realizado o filme dele e que o mangá veio depois a ser compilado por Umi Ayase. Pelo que entendi (de informações obtidas pela internet) o mangá começou a ser publicado em capítulos no Japão e antes de terminar o filme veio a estrear. Só depois que houve a conclusão e compilação de todos os capítulos em um mangá.

Nele conhecemos a história de um casal: Kurumi e Hal. Não temos muitas informações prévias de como era o relacionamento dos dois, pois logo no inicio há um acidente e Hal morre. Kurumi fica com sérios problemas para lidar com a perda e seu avô acaba pedindo ajuda para um robô que conhecia Hal para ajudar Kurumi. O Q-01.

Estamos falando de uma realidade diferente da nossa, onde os robôs são mercadorias e que podem ser roubados, vendidos e também transformados em humanos numa perfeição absurda. E também de que humanos são usados para trabalhos pesados enquanto robôs podem monitorar suas funções. De uma forma escravocrata.

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Tomb Raider: A Origem

Lançamento: Março de 2018

Direção: Roar Uthaug

Sinopse: Aos 21 anos, Lara Croft (Alicia Vikander) leva a vida fazendo entregas de bicicleta pelas ruas de Londres, se recusando a assumir a companhia global do seu pai desaparecido (Dominic West) há sete anos, ideia que ela se recusa a aceitar. Tentando desvendar o sumiço do pai, ela decide largar tudo para ir até o último lugar onde ele esteve e inicia uma perigosa aventura numa ilha japonesa.

Para quem segue o blog não é novidade o fato de eu gostar bastante dos jogos da Lara Croft e também de ter amado esse reboot que fizeram com a personagem nos jogos deixando-a muito mais próxima das mulheres de hoje em dia, ao invés de habitar apenas no imaginário dos homens. Quem quiser ler minha resenha sobre o primeiro jogo dessa nova Lara, clique aqui.

Fiquei imensamente feliz de levarem a nova franquia para o cinema e escolheram uma atriz fisicamente parecida com a nova imagem da Lara. Alicia Vikander tinha uma difícil missão, substituir Angelina Jolie que para muitos será uma eterna Lara, mas não para mim. Vi os filmes anteriores e não curti nenhum, sempre achei a atuação da Angelina muito vazia quando se tratava de Lara Croft.

Antes de ir ao cinema ver o filme comecei a ouvir vários comentários e resenhas dizendo no que o filme pecava e no que ele pontuava. Pelos trailers já pude ver que eles mudaram a história do primeiro jogo (o primeiro filme deveria trazer a história do primeiro jogo da nova franquia), eles fizeram uma mescla do primeiro e do segundo jogo lançado que ainda não joguei. Claro que o marketing não perdeu tempo e usou a estreia do filme para comunicar sobre o lançamento do novo jogo que deve sair agora em setembro. Esse novo jogo fecha uma trilogia de origem da personagem.

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Planner 2018

Olá Queridos!

Sei que estou atrasada com esta postagem, mas tenho estudado muito e feito várias provas, então me desculpem pela demora nas postagens. Mas não vim aqui falar sobre isso, vim trazer para vocês coisas novas que estou testando este ano.

Sempre usei agenda, e quando digo que sempre usei digo que usei mesmo. Não ao ponto de ficar totalmente dependente mas sempre a usei como uma ferramenta de planejamento e organização. Sabem aquele papo de administradora né?! rsrsrs Então, a pouco tempo fiquei sabendo de um outro tipo de recurso que poderia usar para substituir a minha querida agenda, um planner.

Quando fui procurar o que seria um planner me deparei com preços altos, muito altos. Por isso busquei mais informação, vi vários vídeos de blogueiras e youtubers que usam planner e contam sua experiência e fiquei cada vez mais tentada em testar um.

Encontrei várias empresas que me chamaram a atenção, acabei ficando entre duas: a My Planner e a Paperview. Só depois de um tempo fiquei sabendo que a My Planner pertence a Paperview e é uma empresa com uma linha mas acessível. Esperei o site entrar em promoção e comprei um lindo planner, personalizado pagando um preço mais acessível. No pacote vinha além do planner, dois bloquinhos e também dois checklist bem fofos.

 

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