DC – Renascimento

 

Sabemos que estamos vivendo no tempo em que os heróis tomam contam das telas dos cinemas. Esse movimento começou com os heróis da Marvel e agora, a DC tem se esforçado para que seus filmes tenham uma linha diferençada e que seus personagens consigam passar todos os valores que cada herói possui.

Então nos voltamos para os quadrinhos e vemos que as linhas das revistas não estavam seguindo o que o cinema mostrava… A DC teve uma ideia sobre isso e no ano de 2016 começou a ser publicada uma série de revistas com inúmeros heróis para que pudesse acompanhar a trajetória dos cinemas e mostrar o que todos nós queremos ver, conhecer mais a fundo cada personagem. No Brasil essa linha de revistas só começou a ser publicada neste ano.

Essa série continua as histórias com o término da fase: Os Novos 52. A intenção é que todo o universo da DC seja reconduzido para o arco “Ponto de Ignição” (Flashpoint), no qual a participação do Flash é essencial, iniciando uma enorme era de crossover da editora. Para poder introduzir esse novo universo da DC foi lançado uma revista exclusiva chamada “Universo DC Renascimento” onde conseguimos entender o que está acontecendo com os heróis e dessa revista abre a permissa para todas as novas revistas unitárias como Mulher-Maravilha, Arqueiro Verde, Liga da Justiça e vários outros heróis que ganharam revistas próprias como a Arlequina.

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Life is Strange

Life is Strange é um jogo de aventura com foco na história e desenvolvimento dos personagens. Esse jogo foi lançado em 2015, em formato de episódios, sendo o primeiro lançado em janeiro e o último em outubro. Como ele é um jogo indie, os produtores não tinham um orçamento alto para investir nos gráficos e em todos os elementos do jogo, por isso preferiram focar em pontos como narrativa, trilha sonora e dublagem, tendo sido publicado pela Square Enix.

Apesar do orçamento reduzido, a desenvolvedora Dontrod Enterntaiment conseguiu cativar o público com sua história envolvente e recebeu não apenas críticas negativas, por causa da sincronização de lábios dos personagens e outros elementos, como vários prêmios.

Joguei no Playstation 4 e como já estamos em 2017 várias atualizações já foram feitas, hoje podemos contar com legenda em português, o que era uma das grandes críticas da época. O jogo se baseia em um sistema de escolhas, então teoricamente suas escolhas devem afetar os diálogos e a relação dos personagens ao longo da história, vou explorar este ponto mais para frente.

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Mulher Maravilha

Lançamento: Junho de 2017

Direção: Zack Snyder

Sinopse: Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar, certa de que pode parar o conflito.

Ao contrário do que se esperava Diana (Gal Gadot) não foi criada para ser uma incrível guerreira, pelo menos inicialmente. Sua mãe, Hipólita (Connie Nielsen), desejava muito uma filha e quando recebeu esse presente de Zeus, queria que ela apenas observasse e nunca participasse dos treinamentos, mas o sangue de Diana falava mais forte. Então sua tia Antíope (Robin Wright) começou a treiná-la desde cedo, claro que escondido.

Nesse contexto começamos a ver que apesar da estrutura ser bem rígida na ilha de Temiscira, e todas as guerreiras obedecerem fielmente Hipólita, elas também tinham desejos próprios. Diana é um excelente exemplo disso. Cresceu numa ilha habitada e governada por mulheres, treinou dia e noite, e quando um piloto cai no mar de sua ilha ela não pensa duas vezes antes de tirá-lo da água.

Quando Diana começa a conhecer um pouco sobre o mundo exterior através de Steve Trevor (Chris Pine) e também sobre a guerra mundial que estava acontecendo, ela não hesita e decidi ir com ele para acabar com a guerra, indo contra todos os ensinamentos das condutas das amazonas que deveriam ficar na ilha e protegê-la.

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Punho de Ferro

Para completar as séries solos dos heróis que fazem parte dos Defensores que a Netflix está produzindo o Iron Fist (Punho de Ferro) foi lançando em março de 2017 na plataforma. Ainda não assisti o Luke Cage, primeiro porque não gostei dele na série da Jessica Jones e segundo porque só tenho ouvido que é a série mais fraca das quatro: Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Iron Fist. Lembro que todos eles são heróis da Marvel e que juntos formam os Defensores, série que irá estrear em agosto deste ano.

Dany Rand (Finn Jones) sofre um acidente de avião com sua família no qual todos morrem menos ele. Os monges resgatam Dany e o levam para K’un-lun um lugar que fica escondido dos homens e sua passagem para o mundo real é aberta de tempos em tempos. Dany recebeu educação e ensinamento dos monges, sendo muitas vezes retratadas como severas.

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Um Perfeito Cavalheiro – Julia Quinn

Editora: Arqueiro

Série: Os Bridgertons

Sinopse: Sophie sempre quis ir a um evento da sociedade londrina. Mas esse parece um sonho impossível. Apesar de ser filha de um conde, ela é fruto de uma relação ilegítima e foi relegada ao papel de criada pela madrasta assim que o pai morreu. Uma noite, porém, ela consegue entrar às escondidas no aguardado baile de máscaras de Lady Bridgerton. Lá, conhece o charmoso Benedict, filho da anfitriã, e se sente parte da realeza. No mesmo instante, uma faísca se acende entre eles. Infelizmente, o encantamento tem hora para acabar. À meia-noite, Sophie tem que sair correndo da festa e não revela sua identidade a Benedict. No dia seguinte, enquanto ele procura sua dama misteriosa por toda a cidade, Sophie é expulsa de casa pela madrasta e precisa deixar Londres. O destino faz com que os dois só se reencontrem três anos depois. Benedict a salva das garras de um bêbado violento, mas, para decepção de Sophie, não a reconhece nos trajes de criada. No entanto, logo se apaixona por ela de novo. Como é inaceitável que um homem de sua posição se case com uma serviçal, ele lhe propõe que seja sua amante, o que para Sophie é inconcebível. Agora os dois precisarão lutar contra o que sentem um pelo outro ou reconsiderar as próprias crenças para terem a chance de viver um amor de conto de fadas.

Esse terceiro livro da série segue o padrão de todos os outros, com folhas amareladas e genealogia dos Bridgertons. Ao invés de começar pelo capítulo 1 temos uma introdução de como foi a infância de Sophie. Filha bastarda de um conde, Sophie foi criada como pupila de seu pai aos olhos da sociedade. Apesar de o conde manter as aparências até mesmo dentro de sua residência, todos os empregados sabiam que Sophie era sua filha. A vida de Sophie muda quando o conde trás uma esposa juntamente com suas filhas para viver debaixo do mesmo teto que Sophie. Esta história está parecendo familiar? Com certeza vocês conseguem reconhecer o enredo da Cinderela neste livro.

Infelizmente não são meras coincidências ou referências, tudo o que acontece é exatamente como a história da Cinderela, até mesmo a forma como ela encontra com Benedict Bridgerton no baile. As coisas só começam a se diferenciar quando Sophie vai embora da casa de seu falecido pai e começa a trabalhar em casas de outras famílias para poder se sustentar.

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